Modelos Colaborativos e Coletivos Como Estratégias De Comercialização e Valorização Do Artesanato Brasileiro: Uma Análise Comparativa

uma análise comparativa

Autores/as

  • Alexsandro de Brito Almeida UnB - Universidade de Brasília
  • Patrícia Regina Sobral Braga UnB - Universidade de Brasília

Palabras clave:

artesanato, marcas coletivas, políticas públicas, propriedade intelectual, comercialização, lojas colaborativas

Resumen

O artesanato brasileiro, vital economicamente e culturalmente, ainda enfrenta desafios de comercialização. Acreditando que modelos colaborativos e coletivos são fundamentais para o cumprimento desse papel, este artigo analisa e compara três estratégias para superá-los: lojas colaborativas, marcas coletivas e políticas públicas como o Programa do Artesanato Brasileiro – PAB. Mediante metodologia qualitativa e análise documental, o estudo – pioneiro, dada a escassa literatura sobre a intersecção desses modelos – aplicou uma análise SWOT e um quadro comparativo. Os resultados revelaram funções complementares: as lojas colaborativas oferecem acesso ágil ao mercado; as marcas coletivas agregam valor identitário (embora subutilizadas); e as políticas públicas analisadas (PAB) fornecem apoio institucional. Conclui-se que a integração sinérgica entre os modelos – onde um supre as lacunas do outro – é uma estratégia promissora para fortalecer a cadeia produtiva, transformando a potencial concorrência em colaboração para a valorização integral do artesanato nacional.

Biografía del autor/a

Alexsandro de Brito Almeida, UnB - Universidade de Brasília

Artista Visual com especializações diversas (educação, artes, informática, design, comunicação), graduado em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual pela Universidade de Brasília (1999), licenciado em Artes Visuais pela UNIP - Universidade Paulista (2019), licenciado em Pedagogia pela Faculdade Alfredo Nasser (2011) e pela UniCesumar (2021), tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Gran Faculdade, e licenciado em Informática pela Uniasselvi. Mestrando em Propriedade Intelectual e Transferência da Tecnologia para a Inovação pela UnB - Universidade de Brasília. Atualmente trabalha como designer gráfico na Universidade Corporativa dos Correios.

Patrícia Regina Sobral Braga, UnB - Universidade de Brasília

Formada pela Universidade de Brasília, tanto no curso de Bacharelado em Química (2002) como em Licenciatura em Química (2006). Possui o título de mestre na área de Química Inorgânica também pela Universidade de Brasília (2005). Seu mestrado se baseou na Química com ênfase em Foto-Química Inorgânica, atuando principalmente nos seguintes temas: processos oxidativos avançados com os corantes Preto de Eriocromo T, Vermelho Congo e Azur II. Aplicou seus estudos nas análises por UV para processos Fenton, foto-Fenton e catalálise heterogênea. É doutora pela UnB (2011) com ênfase em Catálise se dedicando ao estudo de catalisadores mesoporosos aplicados em reações industriais: reação de ciclização intramolecular do (+)-citronelal e esterificação do ácido oléico com etanol. Trabalha na prospecção tecnológica para materiais de descarte agroindustriais e voltados para a produção de energias renováveis.

Citas

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Publicado

2026-08-28

Cómo citar

de Brito Almeida, A., & Regina Sobral Braga, P. (2026). Modelos Colaborativos e Coletivos Como Estratégias De Comercialização e Valorização Do Artesanato Brasileiro: Uma Análise Comparativa: uma análise comparativa. Revista De Empreendedorismo E Gestão De Micro E Pequenas Empresas, 11(2), 33–59. Recuperado a partir de https://www.revistas.editoraenterprising.net/index.php/regmpe/article/view/1067